A anemia é um problema comum em pacientes com câncer, e as estimativas mostram uma incidência de até 90% em indivíduos com tumores sólidos. Esse distúrbio associado às hemácias, que pode surgir devido a características relacionadas ao próprio tumor ou ao tratamento oncológico, pode piorar a qualidade de vida e reduzir a sobrevida.
Considerando a prevalência e as consequências da anemia nessa população, a National Comprehensive Cancer Network (NCCN) recomenda avaliações de rotina para pacientes com níveis de hemoglobina ≤ 11 g/dL.
No entanto, pesquisas indicam que muitos médicos não aderem às diretrizes da NCCN. A maioria dos pacientes (mais de 60% nos Estados Unidos) não é submetida à propedêutica completa para detecção de anemia e, mesmo entre aqueles que são avaliados adequadamente, menos da metade (cerca de 40%) recebe tratamento.
Atuando fora das diretrizes
As diretrizes da NCCN definem a anemia como um nível de hemoglobina ≤ 11 g/dL e recomendam que os pacientes sejam submetidos a exames complementares para determinar a causa (deficiência de ferro/vitaminas ou problemas na medula óssea, por exemplo) e o tratamento mais adequado.
Dependendo da etiologia, o paciente pode ser submetido a uma transfusão sanguínea, tratamento com eritropoietina, suplementação de ferro por via intravenosa/oral ou suplementação de vitamina B12/folato.
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