O câncer colorretal é o quarto tipo mais comum no Brasil, ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma, mama e próstata. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), são estimados 45.630 casos da doença no país a cada ano do triênio 2023-2025.
A principal forma de diagnóstico e prevenção é através do rastreamento do exame de colonoscopia. No procedimento, um aparelho que conta com uma câmera na ponta é introduzido no intestino para fazer imagens que revelam se há presença de possíveis alterações. No Brasil, o Ministério da Saúde recomenda iniciar o rastreio do câncer de cólon e reto da população adulta de risco baixo na faixa etária de 50 anos.
“Após os 50 anos de idade, a chance de apresentar pólipos aumenta, ficando entre 18% e 36%, o que consequentemente representa um aumento no risco de tumores malignos decorrentes da condição a partir dessa fase da vida. Por isso, ela é o critério para início do rastreio ativo”, explica a médica oncologista Renata D’Alpino, do Grupo Oncoclínicas.
Com informações do Metrópoles
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