Projeto AMIGOS – 17 anos

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Desde 2009, somos voluntários no Recife, ajudando quem enfrenta o câncer. Com amor e solidariedade, levamos esperança e força.

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Tag: baqueteamento digital

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Para quem enfrenta o câncer, a oração não é fuga da realidade. É força para atravessá-la. Em meio a exames, tratamentos longos, dores físicas e medos silenciosos, orar significa lembrar que ninguém luta sozinho. Cada oração carrega cuidado, esperança e presença, mesmo quando as palavras faltam. Maryann Oakley vivia a alegria da maternidade quando recebeu uma notícia devastadora: suas filhas gêmeas, Eve e Ella, foram diagnosticadas com câncer apenas dias após o nascimento. O que parecia um início de vida normal rapidamente se transformou em uma jornada marcada por cirurgias de emergência, quimioterapia agressiva, recaídas e sequelas permanentes. O segundo dia de 2026 marcou um recomeço inesquecível para a família Saraiva. Na sexta-feira, 2 de janeiro, o baiano Zac Saraiva de Oliveira, de apenas 15 anos, celebrou o fim do tratamento contra o câncer ao tocar o simbólico “sino da cura” no A.C.Camargo Cancer Center, em São Paulo. O gesto simples selou uma vitória construída com coragem, fé e apoio coletivo. Em 2024, o urologista Fabrício Carrerette, aos 59 anos, viveu o que muitos médicos jamais imaginam: tornou-se paciente ao receber o diagnóstico de um tumor agressivo que comprometia cerca de 75% da sua próstata, desencadeado por uma inflamação pós-covid que ele mesmo percebeu estar ligada ao câncer. Além dos efeitos físicos e emocionais, o tratamento oncológico também traz um peso silencioso: a dificuldade financeira. Gastos com transporte, alimentação específica, medicamentos, exames, afastamento do trabalho e redução de renda passam a fazer parte da rotina de muitas famílias. Nem sempre isso é falado, mas quase sempre é sentido. Rafael tinha apenas 11 anos quando sua infância foi atravessada por mudanças profundas. Morador de Itatira, no interior do Ceará, ele perdeu a visão durante o tratamento de um câncer raro, o rabdomiossarcoma, diagnosticado ainda aos cinco anos, após fortes dores de cabeça. A doença atingia uma região próxima aos nervos ópticos e exigiu um tratamento intenso, com quimioterapia e radioterapia, realizado integralmente no Hospital Infantil Albert Sabin.
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